sábado, 18 de maio de 2013

O reclamante pedia a reversão da justa causa e o pagamento de horas extras. A reclamada era uma dessas "igrejas" cujo líder passa o dia na tv fazendo milagres e pedindo ofertas. Nada interessante, não fosse o fato de tanto a preposta da "igreja" quanto a testemunha por ela trazida se referirem, insistentemente, à reclamada como empresa.

"Trabalho nessa empresa desde dez/2011."

"Nas sextas-feiras o trabalho nessa empresa encerra às 16h".

Assim por diante...

Ato falho ou consciência?

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