domingo, 11 de agosto de 2013

Uma história rápida, que me contaram dias atrás.
A bancária, grávida de quatro meses (portanto estável), devia encerrar a conta da velhinha que compareceu à agência solicitando isso e lhe entregando o cartão com a senha.
Semanas depois a velhinha foi surpreendida com a cobrança de R$ 500,00 sacados do limite do cartão, e relatou o ocorrido à àrea de segurança do banco.
Buscadas as imagens, podia-se reconhecer perfeitamente a bancária, que foi demitida por justa causa.
Desnecessário contar que a ex-empregada ajuizou ação narrando uma história muito diversa (teria sido demitida por entregar por engano um cartão em envelope lacrado a um cliente que não era o destinatário) e pedindo sua reintegração, em razão estabilidade gravídica. Talvez tenha esperado o favor da sorte na forma de uma revelia...
O banco em sua defesa contou todo o ocorrido e trouxe as imagens do saque. 
O que causa espanto nesse caso é: se ela sabia que estava grávida, sabia que teria de sustentar o filho, como pôde tão facilmente (por nada!) colocar em risco o emprego e a estabilidade que garantiriam ao filho o sustento necessário?

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