sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Notas rápidas


É tão belo ouvir quanto é difícil executar. Mas Deus o faz: jamais cessa de beneficiar a quem (inclusive eu) nunca se cansa de ofendê-lo.

Deus ajude-nos a imitá-lO: que nunca nos arrependamos de um bem feito, e que mais vezes estejamos dispostos a fazer um novo bem.




Não temos como ajudar a uma pessoa se torna incapaz de enxergar o mal em seu mal-feito. Se ela chama o mal de bem, (ou se ela jura que não faria aquilo que está no mesmo instante fazendo) nada lhe adianta dizer. O único recurso é rezar e esperar que ela venha, com ajuda da graça divina, reordenar seu juízo. Enquanto isso, não nos esqueçamos do exame de consciência diário, para ter ciência daquilo que fizemos que nos afastou de Deus. Não é um remédio agradável, a cada dia parece que encontramos um número maior de falhas, a cada dia nos surpreendemos ainda mais que o céu não desabe sobre nossas cabeças ou o chão não se abra e nos engula. É doloroso, mas é eficiente para nos manter dentro de certos limites.



Um prêmio merecidíssimo (embora eu não acredite que haja algum juízo de mérito na distribuição de prêmios de loteria) O bem feito ao próximo não se limitou a este, mas se multiplicou ao fazer-se exemplo, modelo, inspiração.

Alguém me disse que não agiria como esse inglês porque seu trabalho não é tão importante assim para os outros. Discordo: nosso dever de estado não deriva da imprescindibilidade do que fazemos, da nossa condição financeira, nem do nosso estado de humor. Nosso dever deriva do nosso... estado! Enquanto temos um papel a cumprir, devemos cumpri-lo. Não podemos abandonar as coisas desordenadamente, nem sobrecarregar os outros com nossas obrigações. Se há mudança em nosso estado, devemos cuidar para que a transição se dê ordenadamente.

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