terça-feira, 4 de novembro de 2014

Sobre a menina do suicídio assistido: por ela a gente pode apenas rezar, com esperança de que no último instante tenha se arrependido. Mas quanto ao ato dela, esse é extremamente reprovável. A vida não é um objeto que a gente joga fora quando apresenta defeito. O poder de decidir sobre a vida não é nosso. Quantas não são as frustrações, tristezas e dores de milhões de pessoas neste mundo, dores (físicas e psíquicas) por vezes insuportáveis, que nós nem imaginamos. e se uma dessas pessoas nos dissesse que pretende se matar, nós tentaríamos convencê-la a viver, lembrá-la que toda a dor é passageira e que todo sofrimento pode ser usado para nossa santificação. Afinal, o próprio Deus se fez homem, foi flagelado, pregado em uma cruz, abandonado por aqueles que O seguiam, traído por aquele que Ele constituí chefe da Igreja, e ficou lá suportando tudo isso até a morte, sem abreviar seu sofrimento, sem afastar de si a dor, nos ensinando a suportar.

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