domingo, 21 de junho de 2015

Fiz uma penhora numa tal de Carrocerias F*. Lá chegando procurei o proprietário, C* F*. O primeiro empregado a quem pergunto diz que ele esteve ali havia pouco. Vou ao fundo do terreno e pergunto a outros funcionários, que dizem que ele estava lá na frente. Volto para a frente e chegam dois sujeitos conversando, um se comportava como cliente, o outro como dono da empresa. Pergunto a este se ele é o C* F*. "Quem gostaria de falar com o C* F*?", indaga ele. "Sou oficial de justiça." E ele pede para eu aguardar um minutinho que ele vai ligar para C* F*. Enquanto isso eu ando pelo terreno vendo o que lá havia. Daí a pouco ele vem falar comigo: C* F* era ele mesmo. Mas logo diz que tinha vendido a empresa e era só empregado, e nada ali era dele. Sem problemas, o mandado é para penhorar os bens da empresa mesmo. Mas ele diz que aquela empresa não existia mais, embora nas paredes estivesse pintado em letras garrafais "Carrocerias F*". Resumindo: foi o juiz que me mandou lá fazer a penhora, ele devia explicar isso então para o juiz. Faço a penhora, ele assina como depositário e vou embora. E é essa a rotina...

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